Dados do percurso
Informação sobre os aspetos mais significativos
| Data | 14-07-2026 |
|---|---|
| Localização | Santa Justa, Cerquido |
Informação sobre os aspetos mais significativos
| Data | 14-07-2026 |
|---|---|
| Localização | Santa Justa, Cerquido |
Descrição da atividade:
Esta atividade decorreu um pouco diferente de anos anteriores pois que foi realizada a meio da semana, contrariamente ao ser de sábado para domingo. Razão para tal, foi o local escolhido e já á muito falado, de se tentar realizar nos Quarteis de Santa Justa no Cerquido. Após várias diligências do companheiro Pimenta, verificou-se que tal só seria possível a meio da semana em virtude de o local estar completamente ocupado, e isto por especial simpatia do proprietário pois que só alugam por mais de duas noites.
Foi posta a questão ao Grupo e verificou-se que à partida o número de aderentes já justificava a realização.
Dia 14 julho (3ª. Feira):
Comparecendo no Vitral logo depois do almoço, rumamos então até Santa justa, passando por S. Pedro de Arcos, e daqui através de um estradão florestal acedemos aos referidos “Quarteis”.
À nossa chegada sobre uma mesa esperava-nos uma simpatia dos proprietários com um bolo e uma garrafa de vinho bem fresquinho nos presentearam.
Após instalados e feito o reconhecimento da zona, a meio da tarde realizamos um pequeno passeio através do estradão de acesso ao Cerquido e até ao ponto em que que se encontra o início da calçada de acesso à Sra. do Minho já por nós percorrida em outras alturas, após o que fizemos o regresso utilizando outro caminho.
Regressados, fizemos um lanche conjunto recheado de iguarias, até à hora de ver o Pôr do Sol esconder-se por detrás da encosta da serra de Arga.
O jantar, um pouco tardio, contou com o tradicional “Pica no Chão” confecionado pela Maria das Dores, bem regado, e que terminou cerca das 23H00. Depois, já no exterior foi o relaxar contemplando lá no fundo as aldeias instaladas no vale do rio Lima, e o reconhecimento e estudo dos astros.
Cerca das 01H00 foi a hora de deitar para o descanso.
Dia 15 julho (4ª. Feira):
Tal como é já habitual cerca das 06H00 tocou o despertador, embora ainda um pouco ensonados, foi a hora de ver o Nascer do Sol do qual foram obtidos alguns registos engraçados, findo o qual realizamos o pequeno-almoço.
Mas havia que mexer um pouco, pelo que o mote foi “vamos apanhar pinhas”, para tal realizamos um pequeno percurso em busca das mesmas o que até se tornou engraçado, regressando depois aos “Quarteis”.
Cerca das 10H00, foi a hora de começar a preparar o regresso, tendo deixado o local com alguma pena cerca das 10H45, e já nas viaturas rumando em direção ao pequeno lugar do Cerquido, onde realizamos um passeio através dos caminhos da localidade, admirando belos recantos de Alojamentos Local em casas recuperadas. Visitamos também a pequena ermida de Santa Rufina, irmã de Santa Justa e cerca das 12H30 empreendemos
o regresso a Ponte de Lima onde na Taverna 27 o sr. João e sua esposa d. Adélia nos preparam o almoço convívio com o tradicional arroz de feijão com pataniscas, petingas e bolos de bacalhau.
Cerca das 15H00 foi o despedir e o regresso a casa.
Como nota final o agradecimento ao companheiro Pimenta, pois foi ele que conseguiu que isto fosse possível, tendo o grupo desta vez não ter tido necessidade da utilização de tendas.
Notas:
“Quarteis de Santa Justa” (Alojamento Local)
A 3,5 km do Cerquido por caminhos antigos e curvos feitos da Serra e vistas largas, 10 minutos de viagem em terra batida e um cenário sem precedente é o que pode esperar até avistar os Quarteis de Santa Justa, que se situam no ponto mais alto do monte homónimo na encosta da Serra de Arga com o mar no horizonte.
Antigamente albergue de romeiros e peregrinos hoje em dia é um alojamento para quem procura um refúgio de estórias e histórias ou, para os mais aventureiros, como ponto de partida para percorrer a Serra.
O alojamento é composto por dois quartos de casal com casa de banho privativa, e sete camas individuais, duas casas de banho completas, um WC, cozinha completa e uma área de estar com lareira e uma piscina privada.
Ermidas de Santa Justa e Santa Rufina
Santa Justa e Santa Rufina foram duas mártires cristãs veneradas como Santas, principalmente em Sevilha onde teriam sido assassinadas no séc.III e onde são padroeiras. De acordo com a tradição, elas são protetoras da Giralda e da catedral de Sevilha.
Santa Justa e Santa Rufina são padroeiras dos oleiros, ceramistas e artesãos de barro. Foram duas irmãs que se dedicavam a olaria e venda de cerâmica, ajudando os pobres com seus lucros. Foram martirizadas e mortas no ano 287, durante o Império de Diocleciano, por se recusarem a adorar ídolos e deuses pagãos.
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