Devido às condições meteorológicas adversas, não pudemos fazer o percurso inicialmente previsto na Serra de Santa Luzia (que será uma das próximas atividades). Em alternativa, rumámos até Afife, onde fizemos o Trilho dos Castros. 25 caminhantes mas 50 para almoçar
Devido às condições meteorológicas adversas, não pudemos fazer o percurso inicialmente previsto na Serra de Santa Luzia (que será uma das próximas atividades). Em alternativa, rumámos até Afife, onde fizemos o Trilho dos Castros.
Este trilho pedestre tem início e fim no Monte de Santo António, na freguesia de Afife.
Descrição do Percurso
Início - Monte de Santo António
Partimos junto à escadaria que acede à Capela de Santo António. Descemos pelo Caminho de Castro e, entre vielas e muros de quintas, chegamos à Estrada Pedro Homem de Melo, onde cruzamos em direção à Igreja Paroquial.
Largo do Cruzeiro
Continuamos para o Largo do Cruzeiro, passando antes pelo antigo edifício da Junta de Freguesia, que foi Museu Etnográfico e Residência Paroquial, onde ainda hoje se encontram:
O NAIAA – Núcleo Amador de Investigação Arqueológica de Afife
A Rádio Popular Afifense
Depois de passar o cruzeiro, viramos à direita para o Caminho de Paranhos e seguimos até alcançar o Casino Afifense, passando pela Capela da Senhora da Rocha.
Ribeiro de Cabanas
Viramos à esquerda e seguimos pela Estrada de Cabanas, virando depois à direita no Caminho do Loureiro até à ponte sobre o Ribeiro de Cabanas, local simplesmente magnífico.
Depois de passar a ponte, viramos à esquerda no Caminho do Cabecinho e novamente à esquerda no Caminho do Barroso, que faz parte do Caminho Português da Costa, continuando até ao Mosteiro de Cabanas, fundado em 564.
Sítio muito bucólico, que inspirou sem dúvida o poeta Pedro Homem de Melo, que aqui viveu e nos deixou resquícios da sua poesia em alguns mosaicos incrustados na parede.
Caminho da Gateira e Moinhos
Subimos depois até ao Caminho da Gateira por um caminho florestal, passando por um antigo núcleo de moinhos de água. O moinho que vemos junto ao caminho está completamente recuperado e operacional.
Chegados ao Caminho da Gateira, viramos à esquerda, seguimos alguns metros e viramos novamente à esquerda, descendo por umas escadas que nos levam até ao rio.
Depois de passar o rio, podemos ver um pouco mais à frente, do lado direito, a Azenha da Formiga, completamente recuperada.
Castro de Agrichouso
Continuamos em frente pelo bosque até chegar ao casario, acompanhando o Castro de Agrichouso, que se encontra do lado direito, mas cujas estruturas não são visíveis.
Chegados à Capela da Senhora das Dores, podemos desfrutar de uma magnífica vista sobre a freguesia e o mar. Se preferirmos, até podemos apreciar esta linda paisagem sentados no baloiço local.
Uns metros antes, virando à direita, podemos visitar o Calvário de Agrichouso, retornando depois ao trilho.
Poço Azul
Descemos depois pelo Caminho de Agrichouso, virando depois à esquerda até chegar ao Poço Azul, local paradisíaco localizado no Ribeiro de Cabanas, formado por várias lagoas e cascatas.
Descemos por um carreiro até próximo do Mosteiro de Cabanas e viramos à direita, novamente pelo Caminho Português da Costa, continuando por este até à Capela da Senhora do Amparo.
Capela da Senhora do Amparo
Seguimos então pelo Caminho da Pedreira, passando por uma casa com magníficos estuques artísticos, e subimos até encontrar novamente o Caminho Português da Costa, seguindo sempre por este até ao Cruzeiro do Vale.
Cividade de Afife
Aqui chegados, seguimos em frente até à Cividade de Afife, povoado da Idade do Ferro com indícios de romanização, sobranceiro ao Rio Âncora.
Depois de visitar o castro, descemos pelo monte até ao Caminho da Revolta, chegando ao Calvário.
Regresso ao Ponto de Partida
Continuamos em direção ao Caminho do Agro, virando depois à direita pelo Caminho da Agrela.
Cruzamos a Estrada Pedro Homem de Melo, subindo por uma calçada até ao Monte de Santo António, onde terminamos o percurso.
Notas Finais
Já na fase final, passámos pela casa dos nossos companheiros Maria do Carmo e Pedro Monteiro, a quem demos um abraço fraterno.
Devido às condições atmosféricas dessa semana, houve partes do percurso que não pudemos efetuar, mas, ainda assim, foi muito bonito e interessante.
Por fim, e como já tem vindo a ser nosso costume, tivemos o nosso repasto que, neste dia, foi o almoço de São Martinho na Sociedade de Carreço (SIRC).