Dados do percurso
Informação sobre os aspetos mais significativos
| Data | 10-01-2009 |
|---|---|
| Localização | Romarigães |
| Distância total | 18.3 km |
| Participantes | 38 |
Informação sobre os aspetos mais significativos
| Data | 10-01-2009 |
|---|---|
| Localização | Romarigães |
| Distância total | 18.3 km |
| Participantes | 38 |
Chegamos a Romarigães pelas 09h00.
A brancura da paisagem prenunciava um frio intenso, que se confirmou quando nos reunimos no adro da igreja paroquial, enquanto esperávamos pelo Pedro, que se tinha perdido na saída na auto-estrada.
Para não enregelar, aproveitamos para ir dar uma olhada à Casa Grande de Romarigães, imortalizada pelo grande Aquilino Ribeiro, espreitando pelo portão brasonado para a igreja dedicada a Nossa Senhora do Amparo, de interessante fachada barroca e para a propriedade rural circundante, com destaque para a base do enorme espigueiro, agora destruído.
Reagrupados seguimos na direcção do lugar de Boavista, onde podemos admirar o conjunto de moinhos da Poça de Cabanas, ainda em razoável condição de conservação.
Depois de curta paragem, seguimos à direita na direcção da Breia, até junto da igreja paroquial de Agualonga, onde fizemos uma paragem para retemperar energias e apreciar demoradamente a casa senhorial do Outeiro, que foi dos viscondes de Peso de Melgaço, e construída no terceiro quartel de setecentos, ladeada de capela, e que combina modelos de raízes erudita e popular.
Continuamos passando por Trulhe, inflectindo depois à esquerda por densa massa florestal, até chegar ao cruzamento dos 10 caminhos.
Aí fizermos uma pausa forçada, pois a Silvana deu por falta do bastão, que ficou esquecido em anterior paragem, obrigando ao regresso apressado no seu encalço.
Recuperado o “pau” e como era já hora dos “morfes”, trepamos ao Penedo do Macaco, onde fizemos a pausa do almoço.
Muitas reclamações à anunciada facilidade do percurso, pois a subida nada teve de fácil e houve mesmo alguns companheiros a desfalecer na chegada ao “Macaco”, não sei se pela dificuldade, se pela carência de alimento.
Para além da comida repartida, pudemos apreciar as vistas circundantes, tirar a foto de grupo e apanhar um pouco do sol de Inverno, que embora fraco e baixo, deu para nos aquecer um pouco do frio que se fazia ainda sentir.
Seguiu-se uma abrupta descida na direcção de Outeiro, onde cruzamos a estrada para tomar mais à frente um estradão florestal que nos levou de regresso aos moinhos de Poço de Cabanas.
O regresso às viaturas foi feito pelo mesmo caminho da manhã, já com o dia a acabar e o frio a regressar em força, convidando a retirada rápida para o conforto das nossas casas.
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