Dados do percurso
Informação sobre os aspetos mais significativos
| Data | 26-01-2008 |
|---|---|
| Localização | Taião |
| Distância total | 15.4 km |
| Participantes | 38 |
Informação sobre os aspetos mais significativos
| Data | 26-01-2008 |
|---|---|
| Localização | Taião |
| Distância total | 15.4 km |
| Participantes | 38 |
O ponto de partida foi na Casa da Cultura de Taião, depois de algum tempo de espera, motivado pela desorientação de um grupo que falhou a orientação automóvel.
Fizemos o percurso recentemente inaugurado pela Câmara Municipal de Valença, optando por o fazer no sentido inverso ao descrito no destacável, que entretanto a CM muito gentilmente nos disponibilizou, em formato electrónico.
Começamos assim por subir de Taião de Cima, pela encosta da Serra de S. Lourenço, contornando o Alto de Teares, com uma abrupta subida de corta fogo, para atingir o estradão que circunda o Alto do Picoto, seguindo a meia encosta na direcção do Vale da Póvoa.
As vistas das serranias do Minho e do sul da Galiza são excelentes, observando grupos de garranos, que abundam nestas paragens.
Foi neste troço que tivemos oportunidade de ver um impressionante carreiros de larvas, alguns com vários metros de comprido, que aqui e ali atravessavam o estradão florestal, seguindo o pelotão sempre o cabeça do grupo, imperturbáveis a tudo o resto.
Pouco depois chegamos ao Castelo da Furna, maciço granítico grandioso, que terá sido outrora um castelo medieval natural. A magnitude do espaço, as inúmeras saliências das formações rochosas, as grutas, os pontos de interesse arqueológico e lendas associadas, fazem deste lugar um espaço de singular beleza.
Do castelo restam apenas as marcas das traves nas rochas e as memórias históricas do que foi a sede do Julgado de Froião que abarcava Paredes de Coura e a parte norte de Valença, na época Medieval.
Foi neste idílico cenário que fizemos a refeição e descanso merecido, bem como a usual foto do grupo.
Se até aqui o percurso tinha uma sinalética suficiente, começaram os problemas em seguir o trilho, já que não há qualquer marcação que ajude os caminhantes em o retomar na saída do castelo.
Ás apalpadelas lá fomos, já que o mapa disponibilizado não tinha detalhe suficiente para uma leitura inequívoca. Acabamos por dar com o caminho, mas verificamos várias falhas de sinalética, que estranhamos num percurso tão recentemente inaugurado.
O regresso fez-se cruzando o Vale da Póvoa, a ribeira de S. Lourenço a e a aldeia da Quebrada atingindo-se pouco depois Taião de Cima.
Visitamos depois demoradamente o museu rural de Taião, com um interessante espólio de objectos ligados à agricultura, pastorícia e exploração mineira do volfrâmio.
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