Dados do percurso
Informação sobre os aspetos mais significativos
| Data | 08-11-2003 |
|---|---|
| Localização | Bravães |
| Distância total | 8 km |
| Participantes | 12 |
Informação sobre os aspetos mais significativos
| Data | 08-11-2003 |
|---|---|
| Localização | Bravães |
| Distância total | 8 km |
| Participantes | 12 |
Iniciamos junto à Igreja de Bravães, que é uma das igrejas românicas mais interessantes da Ribeira Lima.
Trata-se de um monumento nacional datado da primeira metade do século XIII, embora utilize elementos anteriores. Pensa-se que este mosteiro terá sido coutado por D. Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal e terá acolhido monges até ao século XV, quando ficou reduzido a igreja paroquial, única construção actualmente visível.
Cruzamos a estrada nacional 203 e fomos subindo, através de campos de cultivo, até atingir um ribeiro, que seguimos passando junto a vários moinhos.
Depois foi subir até à capela de Nª Senhora da Pegadinha, onde se pode apreciar uma espectacular vista para o vale do Lima.
Face ao adiantado da hora e ao compromisso com a refeição, já marcada, iniciamos o percurso de regresso, pela Chã da Pegadinha. Este caminho, na orla das freguesias de Lavradas e Bravães, conduziu-nos de no vo ao vale de Bravães, regressando de seguida ao local de início.
Seguiu-se uma breve visita ao Mosteiro de S. Martinho de Crasto, fundado por Onerico Soiro, senhor de Crasto, que legou o padroado aos cónegos Renegantes de Santo Agostinho, no século XII.
Do ponto de vista arquitectónico o mosteiro sofreu várias alterações, podendo hoje em dia distinguir-se a igreja, com cruzeiro ao centro, onde terá sido um claustro, a actual residência paroquial, do lado esquerdo e as antigas dependências dos padres fecham o conjunto.
O almoço acabou junto ao rio Lima, no lugar da Gemieira, num conjunto de moinhos espectacularmente enquadrados e em excelentes condições de conservação, designado por Moinhos da Ribeira, onde retemperamos as energias com um magnífico arroz de cabidela.
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